Um vereador e o ex-chefe de gabinete da Câmara de Penha, Santa Catarina, foram presos preventivamente sob suspeita de "rachadinha". A prática consiste em funcionários públicos repassarem parte de seus salários a agentes políticos. A operação, conduzida pelo Gaeco, também cumpriu mandados de busca e apreensão para coletar provas de peculato e concussão. A investigação aponta que o esquema, iniciado em 2025, envolvia transferências via PIX de valores recebidos por servidores para contas dos investigados. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) lidera a apuração.