Um júri nos EUA decidiu que Instagram e YouTube foram projetados para serem viciantes e negligenciaram a proteção de crianças, condenando Meta e Google a pagar US$ 6 milhões em indenização. As empresas planejam recorrer, alegando que um único aplicativo não é o único responsável por crises de saúde mental e que o YouTube não é uma rede social. A decisão pode marcar o fim das redes sociais como as conhecemos, com possíveis implicações como avisos de saúde nas telas e restrições de publicidade. A proteção legal das empresas nos EUA, a Seção 230, pode ser questionada. Outros países, como a Austrália, já implementaram proibições de redes sociais para menores de 16 anos, e o veredicto pode reforçar argumentos para medidas semelhantes em outros lugares.